Shows 2012 – Primavera Sound

Se tinha um festival que eu SEMPRE pensei estar, que eu sempre babava no line-up (sempre pequeno…) e que eu lia as resenhas e chegava a desacreditar, este era o Primavera Sound. Desejo / sonho / obrigação moral cumpridas (lógico que preciso voltar para viver os 4 dias do festival) no dia de ontem e ainda parece vivo na memória (muito em conta por quase não dormir e estar no aeroporto agora para pegar um voo para Lisboa).

DSC09503

Enfim, eu sempre lia que o Primavera era grande. Grande na estrutura, grande no line up, grande em seu nome e grande em seu espaço, mas sinceramente que eu não pensava no gigantesco local. Falar que o Primavera é grande, é um insulto. Ele não tem fim, sem brincadeiras. Eu, com apenas um dia de festival, vi 6 palcos, mas são oito. Teve dois que eu não tive condições / tempo de ver. Absurdo ou não? Além disso, dá até um aperto no coração pensar que chamamos algumas coisas no Brasil de festival. De verdade… Triste. Mas vamos ao relato escrito mentalmente e corrigido agora.

DSC09490

17h desço do metrô (150 metros do festival), mesmo horário que o Beach Beach começa no palco Pitchfork… Não corro por saber que o negócio será tenso, passada na bilheteria e 17h10 estou dentro, com o staff do festival perguntando se eu preciso de ajuda (acho que a cara de perdido no mapa ajudou) ou de algo. Dou um sorriso de obrigado e parto para a primeira cerveja (500 ml / 4,50 EUR, mais barata que alguns restaurantes! APRENDE BRASIL!) e com os primeiros goles, me acho na direção e chego para ver a última música do Beach Beach. 35 minutos de show?! Ah eles vão fazer uma ‘outra metade’ em outro palco em 40 minutos, é o que me responde um espanhol ao ouvir meu "Já?!". Amizades, bom dia!

DSC09495

DSC09497

Parto para uma barulheira estranha e gostosa no palco ao lado (Vice), mas não consigo me prender muito. A cerveja acabou e eu resolvo esperar (leia-se esconder do sol escaldante de 17h40) no palco ao lado e ver o que o Milk Music tem para mostrar. A cara deles parece de adolescentes feios que querem ter uma banda para conquistar mulher. A música é bacana, mais uma cerveja e me vejo até curtindo um pouco. Penso no Beach Beach tocando no outro palco, mas o Milk Music me faz ainda curtir mais um pouco… Acaba a cerveja e um sinal divino me faz ir até o palco ver o Beach Beach, chego 18h35 e ouço a última música, DE NOVO! Ou seja, não era para ver mesmo.

18h40 eu me sento em uma das arquibancadas em frente ao palco Ray Ban que, em 10 minutos, o The Chameleons tocará. Depois de 1 litro de cerveja na cabeça / corpo, em 1h40, eu resolvo ir ao banheiro e me reabastecer. Volto em 8 minutos (banheiros vazios e bar vazio, por conta do horário) e pego meu lugar no meio de uma galera antiga pela idade média. Eu conhecia 2 músicas do Chameleons, mas digo que preciso baixar mais coisas deles. Show bom, coeso, forte (sol de 19h castiga! De verdade) e que fica mais poderoso por conta da iteração do vocalista com o público que responde fazendo os primeiros pulos que vi do dia. Quase 1 hora depois o Chameleons informa "Mais uma música só, que eu preciso urinar" e eu também. Me despeço com uma dor no peito, mas ciente que presenciei algo poderoso.

DSC09500

DSC09507

DSC09506 

Dou uma passada no palco Pitchfork novamente onde uma dupla faz um barulho estranho e bisonho que não me prendeu em mais de 2 minutos e parto para o Vice que uma galera aplaude com sorrisos no rosto de incredulidade (estranho?!) e descubro Orthodox. Pela foto você entende o que é tão incrédulo. A banda mostra algo de hardcore, de heavy metal, de grind e em alguns momentos me lembra Soziedad Alkoholika, outros me lembra algo com uma aura de Pantera. Com certeza uma agradável surpresa. Umas 5 músicas depois (barulho muito mais que letras), parto para uma peregrinação, visto que eu teria que ir até o Mini o palco no extremo oposto de onde eu estava. Camelando no sol de quase 20h, a pino, na 4a cerveja do dia (que o corpo já mostra sinais de rejeição, afinal são 2 litros) e depois de uma bela caminhada (com uma passagem retardada de bonita) chego ao palco Mini onde o Girls entra. Tinham me falado bem do Girls e que seria uma surpresa agradável, mas não me bateu. Pareceu uma banda ruim de formatura, daquelas que você prefere dar um passeio a curtir. Não parece algo muito animador e nem que vá melhorar em 2 ou 3 músicas. Começo a pensar em comer algo e parto para um hambúrguer (Um x-Bacon gigante, por EUR6,50!) para acalmar o estômago (ironia, bom dia!) e ao andar ouço um som bacana vindo do palco “Adidas Originals” e nele uma banda tocando para 10 pessoas, mas ainda assim poderosa que me faz até lembrar de Autopilot Off e em certos pontos de Metropol. Ao olhar a programação do festival descubro se tratar de Foam Lake, uma banda do Canadá e me prendo ali para umas 7 músicas dos caras que não tocavam para ninguém, mas ainda assim mostraram uma qualidade bacana e que arrancou aplausos e comentários do tipo "Very nice band" de uns ingleses que estavam ao meu lado. Vale a conferida.

DSC09513

DSC09511

DSC09527

DSC09528 

Ao olhar para trás vejo uma legião (pique manada) vindo (provavelmente tinha terminado o famoso Girls) e eu pensei nessa galera toda pegando lugar no The Cure e me ponho a tentar sair na frente deles (totalmente desnecessário, visto que o palco principal já estava bem cheio e o palco sendo preparado para o Cure). Outra ida ao banheiro, um redbull (afinal o estômago tem que se foder mesmo!) para manter a energia que resta e sento para dar uma descansada. 21h30 e aquele lugar parece um inferno por conta de cigarro / maconha / línguas diferentes / cansaço / costas já falando comigo. Vai enchendo mais e 22h11 (EXATAMENTE) o Cure toma conta do palco.

DSC09545

Abertura com PlainSong e me segue com Pictures of You e daí desencana de costas doer, do cansaço doentio, das horas em pé, de ir para lá e para cá. The Cure é a cura (trocadilho imbecil, mas necessário) para qualquer ser humano. Ao meu lado uma espanhola com o marido se beijam e falam "Obrigado por isso" juntos, apaixonante. Vai sendo desenhada uma noite memorável e o setlist passeia por tudo que o Bestival 2011 te mostra e pitadas de Wish (acho que umas 2 ou 3 músicas ficaram de fora, inclusive A Letter to Elise, MERDA!), mas uma banda que tem tantos hits e tantos hinos, não consegue se manter por baixo. Se eles tocam uma música estranha para você, o do lado a considera a melhora e vice-versa. Não tocaram A Letter To Elise, que estava em meu TOP 5, mas eles me mandaram, de presente inusitado, Mint Car (em uma versão que pareceu meio atrapalhada, mas mágica) e Wrong Number. Duas que considero perfeições escritas pelo Robert e que há tempos não eram tocadas (inclusive no Bestival não tem nenhuma delas). Três horas de The Cure é para qualquer ser humano pedir clemência, ajoelhar no lixo e agradecer pela oportunidade única. Três horas. TRÊS HORAS!

DSC09539

 DSC09544

 DSC09546

Pontos altos desse show tiveram vários. O início com Plainsong, Pictures of You, High e The End of the World. O final suicida com Wrong Number, One Hundred Years e Disintegration. Ouça essas músicas e entenda a atmosfera criada. Aí ele simplesmente fala um "Bye Barcelona" e vaza. O casal ao meu lado vira e fala "Ele não pode terminar assim. Amor?" e eu concordei. É muita informação. Depois da volta ele não ajudou em nada tocando The Kiss com uma versão doentia e barulhenta demais para se respirar e outras mais… Mas no segundo bis, ele ganhou o público e deu um beijo de boa noite na testa de cada um. Foi hit atrás de hit. Nessa hora minhas costas travaram e fiquei de longe vendo o show e para minha surpresa, a galera de trás estava curtindo totalmente o show, dançando e se divertindo como eu jamais poderia imaginar. Dali até o final com Boys Don’t Cry, ele se despedindo com a cara maior de timidez que vi na vida e a galera sorrindo, mas ao mesmo tempo querendo entender o que aconteceu, é página ainda indecifrável para mim. Preciso de alguns dias para digerir tudo isso e escrever com calma.

Por hoje, este relato monstro do Primavera Sound está bom.

DSC09560

Estou agora em Portugal e as coisas daqui eu conto amanhã, antes do Rock in Rio!

Barcelona pulsa…

Sim, a verdade é que entendi o que acontece. Barcelona pulsa. Em todos os sentidos, em todos os momentos e em todos os lados. O ritmo desta cidade se encaixa nas minhas veias como se fosse um encontro antigo esperado. Nada me irrita e acho que poderia ficar 1 mês aqui, fazendo as mesmas coisas que não teria NENHUM problema.

DSC09380

DSC09386

Esta cidade no verão é sacanagem, é atentado aos bons modos, aos bons pensamentos. Barcelona ferve (em gente, em temperatura e em sensualidade). A quantidade de mulheres lindas por metro quadrado passa do superável, beira o impossível e faz até Deus duvidar dos seus poderes. Sério. Na praia, no metro, na rua, na banca, na lojinha de roupa, nas grandes lojas, na rambla, perdida, fritando, servindo, rindo… TUDO tem uma pessoa que você pisca o olho e fala "casa comigo?", no automático. É impressionante.

DSC09388

DSC09384

Mas vamos falar de outras coisas. Os dias de ontem e hoje foram em um ritmo lento e tranquilo, mas nem um pouco triste ou monótono. Pegamos 4h30 de praia (com direito a massagem de uma vietnamita na dna Lúcia), fomos a lugares novos, almoçamos de frente ao mar e comemos BEM (absurdamente bem, diga-se de passagem), jantamos tapas enquanto conversávamos com um alemão (e Dna Lúcia entendendo tudo!), fomos até a Sagrada Família ver o quanto falta para ela ficar pronta (muuuuuuuuuuuuito) e descansamos em um dos parques mais fodas da cidade. Com aquele ritmo único de paz, unindo com um calor escaldante e um refresco para o corpo.

Sim, Barcelona é foda! E mesmo que eu não conheça o lado "obscuro" da cidade, eu viveria aqui. Para o bem, para o lado claro e pulsando junto com a cidade e suas alterações necessárias.

DSC09413

DSC09441 

DSC09459

Hoje é o último dia desta cidade que abriu minhas férias 2012, que repeti para ter a certeza de sua beleza em minha vida e que eu tenho certeza que, no mínimo esforço, eu mudo de mala e alma para cá e suas ruelas pequenas ou não. A mala está pronta novamente, hoje tem Primavera Sound, volto umas 3h da manhã, durmo até as 8h e parto para o ORA POIS LISBOA. A correria começa, o cansaço bate no corpo, o sono dá bom dia… Mas ainda tenho quase 9h de shows, músicas e sabe-se quanto de The Cure nas orelhas.

The Cure e Barcelona, uma mistura explosiva que eu conto depois.

DSC09465

DSC09469 

Por agora… Barcelona, te amo! Até a volta, sentirei eternas saudades de você. Eu juro que isto é eterno.

Barcelona, sempre um bom dia!

Agora tá valendo! Como sempre este tem que ser o primeiro pensamento ao passar pela imigração (a famosa temível imigração de Madrid). Apenas para atualização, desta vez nem um "Buenos Dias". Foi um falso sorriso de cansaço e saco cheio do mundo, procurou a página livre do passaporte e carimbo dado. Complicado né?

O fato é BARCELONA. Sempre Barcelona em minha vida e volto apenas para comprovar o fato de que, se eu vivesse aqui, eu seria um cara mais feliz. É absurdo como tudo aqui é bonito e parece estar no lugar. Talvez seja um pensamento turista, de que enxerga apenas os detalhes bonitos, ignorando todos os outros… Mas acho que viveria alegre até no Bairro Gótico (se ratos não existissem no apartamento! hahahahah). Mas, tudo em Barcelona se completa na minha vida. Cada movimento dos seus moradores, cada jeito de falar, cada "discussão" parece sair para completar alguma coisa. Impressionante.

DSC09340

DSC09347

De resto, a viagem durou (no total) 17 horas, coloque nisso mais 4 horas de traslados e espera nos aeroportos e mais 1 hora de Barcelona até a porta do hotel, você tem a famosa conta de 22 horas da origem ao destino. Fácil fácil, 24 horas acordado, sem dormir e nessa vida de conexão e tudo mais. Fácil não é e te destrói como se fosse a coisa mais insignificante do mundo.

O jeito disso tudo é tentar arrumar alguma energia e correr para ver algo em Barcelona. Fomos nos perder mais uma vez (no calor, alto calor) e acabamos na Taberna Irati, restaurante de tapa que eu fui em 2010. Sensacional voltar lá e ver que tudo ainda está perfeito como antes. 1 litro de cerveja, 6 tapas e aquela energia que eu tentei ter, foi para o saco. Ainda deu tempo de dar uma volta no mercado de St Josep e ver frutas gigantes, coisas exóticas (cabeça de cordeiro a venda para você comer e tratar dores (!!!) eu acho BEM exótico) e algo como um mundo de cores na tua frente. Impressionante, mas eu já tinha sido vencido e pedi cama e nem para ignorar eu consegui. Dormi das 16h até as 20h30. O sono dos Deuses (inicialmente).

DSC09356

DSC09365

DSC09370  

Acordamos e fomos dar uma volta na orla da praia, ver o final do dia e jantar. Acabamos voltando no Moncho’s, restaurante FUDIDASSO de paella que visitei também em 2010. Apenas para comprovar que paella boa é ali. Que realmente o sabor ainda é sensacional e o restaurante ganha um peso de "melhor restaurante da sua vida", facilmente viu?

Você deve saber que, depois de uma paella com a energia na merda de viagem-traslados-aeroporto-noite sem dormir-correria, fui vencido novamente e este texto (sem pé, cabeça, meio e fim) é o último suspiro de algo que eu possa imaginar.

DSC09374

DSC09377

Aos que perguntaram (ou não sabiam), não estou na Itália, só vou para lá dia 7 e aparentemente até lá não vai ter terremoto ok? Eu vou e vamos ver… Se tiver que acontecer algo, vai acontecer aqui, lá, no Brasil ou no Japão. Fiquem sussa…

É isso, estamos na boa e só precisamos dormir para curtir ainda mais a melhor cidade da minha vida. Eu volto, prometo que volto. Até porque, #Ferias2012 tu só tá no começo!

Vida em Automático

Pois é, chegou a hora! Em uma hora sairemos daqui de casa para o ponto do Capriolli, dali para Guarulhos e 15h30 voamos rumo a Barcelona. Chegou e agora não tem volta ou alteração, é agora. Simples e direto.

Malas prontas, documentos separados, ansiedade controlada e é isso. Admito que a cada ano que passa, eu planejo menos minhas férias. Esta foi o cúmulo do não planejamento. Começando por não comprar os euros no melhor momento, passando por quase zero alterações no meu roteiro (e com isso perder alguns shows magníficos) e pelo fato de não ter estudado de absolutamente NADA das cidades que vou visitar. Vejo a Dna Lúcia escrevendo em anotações o que ver de cada cidade e penso "deveria fazer algo assim…", mas a preguiça falou mais alto. Logo, parto para as cidades novas esperando o vento me dizer o que fazer.

Em partes pode ser bom.

Apenas por curiosidade eu montei um mapa dos meus locais na Itália, apenas para ver quantos kms eu "teoricamente" iria rodar. Lógico que isto vai mudar e eu vou quase "dobrar" esta distância (afinal, eu vou me perder), mas dá para ter uma noção. Em 9 dias, serão 1344 km (segundo nosso amigo Google), divididos em 10 cidades que passam por capitais, metrópoles, pequenas vilas, boas praias e cidades que pararam no tempo medieval. O foco está na Itália desta vez e vamos ver o quão perfeito será esta viagem. O mapa no link abaixo.

http://goo.gl/maps/ciJE

Mas antes tem meu reencontro com Barcelona, já escrito aqui e já imaginado por mim diversas vezes. Depois tem o descobrimento de Portugal (e eu queria tanto um Lusíadas para ler!), que dna Lúcia será a guia e mentora desta parte. Finalizando com Paris (meio a contragosto), mas tentando fazer a minha primeira impressão mudar. Vamos ver…

Serão 21 dias (contando hoje) de uma epopeia linda e maravilhosa… Conto tudo aqui, assim que as coisas forem se acertando por lá. No momento, malas prontas, tudo fechado e já visto como chegar do aeroporto de Barcelona para o Hotel. De lá, aquela respirada BEM funda e partiu para a melhor cidade do mundo.

Até a volta, obrigado aos que desejaram boa viagem. Conto a próxima de lá.

Beijos e Abraços!

Europa 2012 – A Ansiedade do Quase…

OK! Eu admito que agora a porra da ansiedade está pegando BEM pesado. Não me deixa acordado, mas me deixa com uma voz na cabeça de que “daqui a uma semana, tu tá em Barcelona!”. Daqui a uma semana eu já vou ter descido no aeroporto de Madrid, passado da imigração (Se Deus quiser, óbvio!) e desembarcar de verdade em Barcelona… Sempre Barcelona. Depois de quase 2 anos eu volto para minha cidade TOP 1, para aquela que eu realmente me impressionou… Não sei se existem outras “Barcelonas” no mundo, mas no MEU mundo (minha bolha!) o nível Barcelona está longe de ser alcançado (e ele passa por Zadar, acredite!).

Enfim, tudo “pronto”. Roupas pré-separadas, reservas impressas, passaporte, carteira internacional, cartão de milhas, ingressos dos festivais, euros comprados e tudo já arrumado. Só esperar terça-feira de manhã e partir para o aeroporto.

Tentei não pensar em um “pré-viagem”, mas aí eu lembro que em 9 dias estarei com milhares de pessoas desconhecidas, esperando o Robert Smith surgir na nossa frente e ecoar hinos de uma vida inteira. Fico traçando as 10 músicas que eu precisaria ouvir do The Cure. Quem ouviu (ou tem) o último CD deles (Bestival Live 2011), sabe que em “Friday I’m in Love” ele lança um “It’s the wrong day, but we’re here…”. Eis que eu viajando por estas coisas e vi que Friday I’m in Love será ecoada no dia certo (1 de junho é sexta). Além de que o CD Wish será tocado na íntegra (reza a lenda)… Então além de Friday, teremos “A Letter To Elise” que faz parte do meu TOP 5 de músicas do Cure e me deixa pensando como será ouvir essa música lá. Sozinho. No meio de tudo. Com cervejas na cabeça e tentando entender onde meu pensamento vai chegar. Enfim, as 10 músicas que eu preciso ouvir (as 5 primeiras essenciais): Just Like Heaven, A Letter to Elise, Bloodflowers, Disintegration, 10:15 Saturday Night, Why Can’t I be You, Cut Here (impossível, certo?!), Mint Car, A Forest e The Only One. Óbvio que Friday será tensa e será tocada, mas não a espero… As outras são necessidades físicas.

A digestão desse show será vendo umas bandas perdidas ou andando perdido em Barcelona. Só isso. (Irônico se você não notou!).

2 dias depois dessa porrada enorme, já em Lisboa, é hora de presenciar O “BOSS” na parada. O Boss ecoar sua força aos 60 e caralhada… Não espero NADA além de uma porrada antiga do Bruce Springsteen. Espero o que ele deve tocar. Espero ouvir “Born to Run” e achar uma Wendy na minha vida. Fora isso queria Glory Days, Thunder Road, Pretender e Mary’s Place. Meu Top 5 essencial de dizer “Show Fodástico! Valeu cada centavo!” Mas o problema é que um cara com anos de histórias em forma de música, fica complicado de pedir 5 músicas, quando ele tem 200! Mas beleza, eu aceito o que vier. Simples assim. Será épico!

A ansiedade atrapalha até terminar o texto de uma maneira simples ou “concreta”, pois nada é mais concreto nesta última semana. Faltam 6 dias. As férias mais “desplanejadas” que eu farei vão começar e tem todos os combustíveis certos para entrar naquela categoria de “Épica”… E a ansiedade me tira até as palavras certas e acabo por repetir… Vou parar. Depois eu penso melhor.

#Vem29Maio #VemJunho #Europa2012

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 72 other followers